Criei esse Blog há uns dezesseis anos e talvez ele seja o Blog menos acessado no mundo. Algumas amigas que teimam em lê-lo, dizem que a leitura dele no celular não é boa e que preciso "modernizar" essa ferramenta.
Esse processo de modernização feito por mim, com meus parcos conhecimentos de informática, deu errado. Não consegui modernizar nada e ainda dei sumiço em várias postagens. Eu poderia ter recuperado o que exclui procurando na lixeira do Blogger, mas levei tanto tempo para fazer isso que as postagens fora eliminadas também da lixeira.
Conversando recentemente com minha amiga Janete sobre os Encontros de Corais da Petrobras, falei desse sumiço das postagens, inclusive das postagens que fiz no Blog sobre os Encontros de Corais que participamos. Ela me enviou um jornalzinho feito por ela sobre o Encontro que aconteceu em Salvador, usando como fonte o material que estava escrito no Blog. Graças a Janete vou reescrever parte desse Encontro que foi uma delícia.
ENCONTRO DE CORAIS DA PETROBRAS EM SALVADOR - 2010
Por trás da cortina estão ocultas as cenas dos bastidores desse encontro e, a partir desse momento, vamos revelar alguns momentos de pura descontração.
Cantar é muito bom e rir é melhor ainda, por isso essas memórias são apenas dos momentos mais descontraídos que eu presenciei. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais NÃO é mera coincidência.
SAÍDA
Nossa saída marcada para às 08 h foi motivo de alguma reclamação:
“É muito cedo”; “ o vôo só sai às 16 h prá que sair tão cedo? “.
A reclamação faz parte e já começa bem antes do evento, isso é normal.
Chegando próximo a Casimiro de Abreu encontramos um enorme engarrafamento. A fila de carros só crescia e o trânsito completamente parado. Depois de muitas informações desencontradas soubemos que um grave acidente obstruía a estrada e tão cedo o trânsito não seria liberado. Tivemos que retornar e vir pela Via Lagos. Ainda bem que saímos cedo.
Chegando em Salvador nos hospedamos no HOTEL PESTANA no Bairro do Rio Vermelho. Ele já pertenceu a rede de hóteis Le Méridien, hoje está meio decadente, mas é um bela construção.
HOTEL PESTANA
CENA 1 – ÂNGELA E VALDÉA CONVERSAM NO HALL DO HOTEL PESTANA
- Tenho uma novidade prá te contar. Alguém me disse que blá, blá, blá... Foi você que me contou Váldea?
- Eu não!!! Você é que está me contando. Então blá, blá, bla´... O que mesmo que estávamos falando, Ângela?
- Sei lá. Mas daqui a pouco eu lembro.
Acho que todo idoso sofre desse "branco", ou "delay" para ficar mais chique.
CENA 2 – NICE E VALDÉA
- Nice, vou ficar no quarto com uma médica. Como vou fazer se eu quiser soltar um pum!!!! Na hora certa, as 06 e às 15 horas, não tem jeito.
- Se preocupa não miguinha, ela vai entender. Dizem que nosso próximo encontro será no Oriente Médio e aí vai ser tranquilo por que nós vamos prá “Faixa de Gases”.
CENA 3 - GRAÇA
Na fila da tapioca, no café da manhã, Graça pergunta para a funcionária do hotel que preparava a tapioca.
- Vem cá moça, essa fila tá enorme. Não tem fila prá melhor idade?
- Minha senhora, mas aqui só tem melhor idade.
CENA 4 – ÂNGELA, ROSANI E VALDÉA
A HORA DO BRASIL 1
Na mesa do jantar Angela pergunta:
- Rosani, que hora é? Ela responde:
- Nove horas.
Meia hora depois...
-Rosani, que hora é?
-Você não sabe que eu não uso relógio então porque que me pergunta a hora?
A HORA DO BRASIL 2
Meia-noite e Valdéa e Angela estava assistindo uma reportage na TV sobre os problemas pessoais das prostitutas de Salvador e o assunto estava pra lá de interessante. Valdea resolve ligar para o quarto de Rosani e avisá-la sobre a reportagem, mas antes de falar sobre o assunto principal, perguntou:
-Rosani, que hora é?
Tonta de sono ela responde:
- Vai tomar no... E vai passando!!!!!
E bate o telefone furiosa.
CENA 5 – VALDÉA E NEVES
- Você se parece com uma cigana. Também Lê a mão ?
- Claro!!! Passado presente e futuro. Quer arriscar ???
- Só ser for 0 800.
CENA 6 – MANOEL - MADRUGOU...
06 horas da manhã...
- E aí “Manel” . Já malhando essa hora?
- É prá manter a boa forma.
Que ele está saradinho não há dúvida, mas a barriguinha é teimosa...
CENA 7 – SUELI, VALDEA, ANGELA E ROSANI
O Hotel fica sobre uma rocha à beira mar e o visual aqui do alto, no Hotel, é lindo.
As quatro amiguinhas faziam um tour noturno por uma área de jardim num pátio do hotel. Enquanto Sueli e Rosani foram olhar o mar batendo nas pedras, Angela e Valdéa atravessaram o jardim, entraram pela porta negra do puxadinho e foram para o quarto. Sueli e Rosani, que não conheciam o puxadinho, ficam espantadas com o desaparecimento repentino das duas.
- Onde elas foram? Como é possível alguém desaparecer assim, na nossa frente?
Procuraram por todo térreo do hotel, e nada. Depois de mais de uma hora procurando resolveram ligar para o apartamento.
- Aqui é Valdea. O que ? Nós desaparecemos? Éh, vocês estão certas, fomos abdusidas e reaparecemos no apartamento 014. São os alienígenas que andam rondando esse hotel.
Imagine se a bebida não estivesse proibida.
CENA 8 – ROSANI E ÂNGELA
Rosani chega no bar e encontra Ângela
-Ué você está tomando uma caipirinha, num tá broibido.
- Tem perigo não. Eu bêbada dou menos vexame do que Arêbola sóbrio.
CENA 9 – FLÁVIO E GILBERTO
Flávio reclamou que chega no quarto e encontra Gilberto de bundinha prá cima, cuequinha branca e abraçado no travesseirinho de pelo de urso.
-Assim não dá!!! Dormir em cama de casal com esse negão vai acabar com minha reputação.
TEATRO CASTRO ALVES
CENA 10 – VIDA DE ARTISTA E MODELO É QUASE IGUAL...
No camarim feminino a troca de roupa foi um terror. Não havia privacidade e a porta era aberta toda hora.
De repente alguém abre a porta e dá de cara com umas perninhas de tesoura que sustentava um enorme bundão virado prá cima. A dona do bundão é uma nossa colega aposentada. Uma outra, mostrava as pernas brancas como a neve e a cara enrolada no meio da saia que, muito apertada, não queria entrar.
Era um festival de bundas e pernas, uma visão do inferno!!!
CENA 11 – O APRESSADINHO OCULTO
Quem terá sido o baixo que antes que o maestro Machadinho desse a entrada para Carmina Burana, soltou o vozeirão que mais parecia o urro de um boi indo para o matadouro? Será que a criatura é do coral da Bacia de Campos?
Aceitamos denúncias anônimas.
CENA 12 – TEREZINHA E O SUTIÃ PERDIDO
No camarim, a Terezinha do coral do Rio procurava pelo sutiã e não encontrava.
Alguém perguntou se ela não havia perdido também a calcinha.
- Calcinha não porque eu não uso.
Cruzes!!!!!
CENA 13 – TEREZINHA 2 – TCHÊ
A Terezinha, aquela da calcinha, disse que estava doida prá chupar um pau quente.
- Como é que é?????
- Gente, eu estou falando do chimarrão.
Ah, Bom!
CENA 14 – MÍRIAM, ANGELA E A MULHERADA DE PEQUENO PORTE
Miriam diz para Ângela:
- Essa mulherada de pequeno porte fica reclamando que não vê o maestro por nossa causa.
Vamos combinar uma coisa? Daqui prá frente só na beiradinha...
- Hãããn ???
- Na beiradinha do palco, vamos ficar lá pra não atrapalhar ninguém.
- Então tá combinado.
MOSTEIRO DE SÃO BENTO
CENA 15 – VALDÉA, LINA, SUELI E LASSALETT
Rosani assistia compenetrada a fala da representante do Mosteiro quando atravessou à sua frente Sueli com um enorme rabo de cavalo – parecia uma debutante. Logo em seguida atravessa Lassalet com uma rabão todo crespo – parecia Daniela Mercure.
Já completamente espantada, Rosani avista Lina com um rabo que não era o dela e logo atrás lá vem Valdéa, com uma asa de graúna pendurada na cabeça.
(Obs.: infelizmente não temos registro fotográfico do rabão da Lassalett.)
CENA 16 – ETELMAR E MANOEL
- Manel, o que você achou do rabo das meninas?
- Gostei não! E você Etelmar, o que achou?
- Acho que elas ficaram deliciosas
Meu Deus!! Meu Deus!! Totó, Totó!!!!
CENA 17 – JANETE E A DURA VERDADE
Uma coralista chegou prá Janete e perguntou:
- Porque será que não tem mulher no mosteiro. Só homem pode ser monge?
- É que os monges beneditinos fazem votos de silêncio.....
Que maldade!!!
CENA 18- CLÁUDIA E OS MONGES
Cláudia ficou revoltada quando viu tantos monges bonitinhos.
- Isso é um absurdo, onde andam os homens dessa terra, quando não é veado é monge!!!
CENA 19 – GRAÇA E A PORTA DA ESPERANÇA
Graça toda animadinha já ia abrindo a porta da clausura quando um monge a interpelou:
- Aí não pode entrar. Só os monges podem.
- Ah me perdoe, seu monge, eu não sabia. Bença, seu monge.
Pegou na mão dele e deu um looooongo beijo.
CENA 20 – A MAESTRINA
A maestrina... Estava super agitada. Elétrica, eu diria.
Regeu a Suíte dos Pescadores no “nivel 5” do funk. Quase ao final da música parecia que ia ter uma síncope. Loucura, loucura, loucura....
Alguém comentou que ela se esqueceu de tomar o Revotril.
Pura maldade, ela é uma gracinha.
PREFEITURA DE SALVADOR
CENA 21 – MEU CARO BARÃO
O Barão, superelegante, comprou um chapéu panamá branquinho para proteger sua calvície do sol do meio-dia.
Foi a sorte, porque além do sol ele escapou da cagada de um pombo que com pontaria certeira atingiu seu chapéu branquinho.
CENA 22 – O GRIPP, (BRONZEADO???)
Gripp ficou todo bronzeado do sol que pegou durante a apresentação.
- E agora, como vou explicar prá mulher que esse vermelho não é de praia ? Ela não vai acreditar.
- Rapaz, só tem um jeito. Levante o braço e deixa queimar até ficar a marca da manga da camisa.
Não basta ser correto, é preciso parecer correto. E se a mulher é ciumenta você precisa de evidências.
CENA 23 - O BÊBADO E O CORALISTA
– Um bêbado que passava pela prefeitura, ao ver tanta gente vestida de preto, perguntou:
- De quem é o enterro ?
O coralista explicou que tratava-se de um coral.
- Ah é ? De que igreja vocês são ?
REFINARIA RLAM
CENA 24 – É PROIBIDO FUMAR
Rosani e Valdéa por pouco não tocam fogo na refinaria. Quando acenderam o cigarro foram interpeladas por um nativo.
- Vocês não estão vendo que aqui é área proibida para fumantes?
Vixe!!!
CENA 25 – MAIS GILBERTO E FLÁVIO
Gilberto reclamando.
- Não consigo dormir. Parece que estou deitado com uma britadeira do lado. De vez em quando o barulho vai diminuindo, diminuindo... quase some. Mas em seguida o tanque de guerra volta com força total.
Ué, o Flávio também disse que não consegue dormir. O que será que ficam fazendo a noite toda.?
CENA 26– CAE E SUAS URGÊNCIAS
Logo após o almoço Caê sentiu uma contração gostosa lá no fundo de suas entranhas. Pegou o elevador e se dirigiu calmamente para o quarto já antevendo o momento de alívio que teria à seguir.
Qual não foi a sua surpresa quando, ao adentrar nos seus aposentos, escuta a voz de Wilson cantando embaixo do chuveiro. Chamou por Wilson em alto e bom som. Wilson nada ouvia. O que era apenas uma sensação gostosa se tornou um momento de puro terror. Seus olhos se reviravam nas órbitas e um arrepio gelado subia por suas costas. Suas entranhas latejavam e se contraíam. ão suportando mais, gritou:
- Wilson, eu quero cagaaaaarrr. Apreeessa, Wilson!!!!!
HOTEL PESTANA – Jantar de encerramento
CENA 27 – OS QUIETINHOS...
Inês e....... Estavam tomando um café após o jantar quando Gilberto passou todo prosa conversando com uma louraça. Inês e ..... chamaram por ele que, quando viu que tinha sido pego em flagrante, subiu as escadas de fininho fingindo que não tinha visto ninguém.
Como diz o velho deitado “Os quietinhos são os piores”
CENA 28 – IRRESISTÍVEL!!!
Inês tentou a noite toda escapar de Gilbertinho mas não teve jeito. Bobeou, ele a tirou prá dançar. Não sabemos como a noite terminou, mas, é sabido por todos que na véspera ele não apenas beijou sua mão como também todo o restante do braço.
Soubemos também que Machadinho ficou com um certo ciúme de Inês quando a viu conversando com um outro coordenador alto, grisalho, bem bonitão. Aliás, esse coordenador fez sucesso!!!
CENA 29 – AI, QUE VONTADE QUE DÁ!
Rosani estava com um desejo arretado de comer acarajé.
- Preciso comer um acarajé prá me sentir na Bahia. Com esse jantar aqui do hotel não dá. Num dia é frango grelhado, bife e peixe. No outro dia é peixe, bife e frango grelhado. Será que no jantar de confraternização vai ter alguma surpresa?
- Acho que só terá comida típica, baianas vestidas à caráter e, quem sabe? Ivetinha prá animar a festa...
Como Rosani é otimista!!!!
CENA 30 – GILBERTO QUE NÃO É GIL, MAS DÁ SHOW!
Gilberto deu show na pista de dança. Foi até convidado pelos músicos a mostrar seus dotes no palco. Não se fez de rogado, colocou a peruca preta e arrasou.
CENA 31 – NORTE, SUL, LESTE, OESTE...
Rosani, impaciente com a demora na saída.
-Cadê o pessoal do Sudoeste?
- Ué Rosani, até onde eu sei Sudoeste é vento e não região geográfica.
Meu Deus, Meu Deus!!!! Totó, Totó !!!!
CENA 32 – O SUMIÇO DOS DOCUMENTOS QUE SÓ QUERIAM ATENÇÃO
Barão estava desesperado porque não encontrava seus documentos.
- Amós, vou ligar para a polícia. Que transtorno, perdi todos os meus documentos.
- Não liga não Barão, eu vou procurar. Devem estar no meio das suas roupas, vou sacudir tudo.
Enfim encontraram os documentos. Nada como um companheiro de quarto tranquilo e calmo.
CENA 33 – A GATOSA
Encontramos, no hall do hotel, a curitibana Ilva, uma “coroete” que foi a nossa “anja” no encontro de Curitiba. Perguntamos pelo seu namorado de vinte e poucos anos (ela já tem 62), se ainda estavam juntas e apaixonados. Ela disse que sim, cada vez mais apaixonados. Nossas coleguinhas que ainda não conheciam a Ilva pediram a receita prá arrumar garotão.
Manel fica revoltado. Diz que isso não está certo. A implicância dele com Ilva já começou em Curitiba. E só faz piorar.
Que moço implicante, gente, isso é discriminação!!!!
CENA 34 – PARAFUSOS???
Rosemeri contou que estava com uma chave de fenda na bolsa no momento do embarque no aeroporto. Foi barrada e a companhia aérea ficou com sua chave. Um coralista abusado falou para ela.
-Você poderia ter ficado com a chave. Era só dizer que você usa para apertar seus parafusos.
Filho de uma ronca e fuça.
CENA 35 – GRAÇA FAZENDO GRAÇA
Graça fazendo graça para Jorgão, coralista de Aracaju. Foi flagrada, toda lânguida, numa conversa com o dito cujo.
Abre o olho Rosani, sabemos que você não está interessada, mas que ela está querendo te passar a perna, isso tá!!
AEROPORTO DE SALVADOR
CENA 36 – QUEM SABE FAZ AO VIVO
Funcionários da Gol pediram que o Coral fizesse uma apresentação no saguão do aeroporto, enquanto aguardava o voo. O maestro do coral da.......... disse que era arriscado, teríamos que cantar à capela, não daria certo. Refugou!
Nosso maestro Wilson matou no peito e chutou. Vamos arriscar.
Catamos todos os coralistas que estavam ali por perto, fizemos nossa formação habitual e soltamos a voz. Cantamos “Aquarela do Brasil” e foi um sucesso.
Ponto para nosso Maestro!!!
CENA 37 – FEIJÃO, FEIJÃO, FEIJÃO...
Nice já não comia feijão há alguns dias. Quando viu o feijão no refeitório da RLAM caiu dentro. Comeu muito e com pimenta. O efeito foi rápido. No meio da apresentação não teve jeito, disparou para o banheiro. Depois de aliviada, voltou para o coral e se juntou lá atrás, às vozes masculinas.
Daí há pouco, nova corrida ao banheiro. Ufa!!!
Chegando ao aeroporto, quando tudo já parecia terminado, nova contração, seguida de uma arrancada sensacional e o record dos 50 m rasos em direção ao banheiro.
Quando chegou na nossa mesa, com uma cor pálida de um amarelo mostarda, falou:
-Fiz para hoje, amanhã e depois de amanhã
CENA 38 – O MAESTRO... BATUTA
O maestro... fez sucesso com as coralistas. Ele tem a cor marrom bombom que agrada a 9 entre 10 coralistas e um jeitinho tímido que desperta o lado maternal da mulherada.
Foi um tal de foto prá lá, foto prá cá. O maestro resistiu bravamente e não deu mole prá ninguém.
Ele está certo, misturar trabalho com prazer é encrenca quase certa.
Obs.: Por falta de maiores informações, não foi possível colocar a foto do citado maestro.
CENA 39 – ROSANI E O BERIMBAU DO ETELMAR
Rosani tentando ajudar Etelmar, que estava carregado de compras, segurou o berimbau que ele havia comprado. O safado ficou falando alto para que todos ouvissem:
- Rosani está segurando o meu berimbau e não quer soltar. Solta o meu berimbau que está preso nas suas pernas, Rosani!!!
Esse Etelmar, com essa carinha de santinho é um perigo.
CENA 40 – A PEGADORA
Inês e Valdéa nasceram em Campos dos Goitacazes. Recentemente Inês descobriu que vários primos seus passaram pelas mãos de Valdéa. A partir de agora Valdéa atende pela alcunha de “A Pegadora”.
Obs: em 1900 e antigamente “passar na mão” significava apenas um namorinho tipo mão na mão, beijinho na boca. Só isso, eu acho.
CENA 41 - ESCONDIDINHOS
Nota da Edição:
Morram de curiosidade... Talvez no próximo número.
Matéria até que tem... O problema é que eu sou um túmulo...